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Maximilian Santos

Maximilian Santos é jornalista, diretor da TIPCOMM Comunicação, já atuou como coordenador de comunicação institucional do Grupo Uninter, coordenador de marketing do Grupo RIC (RICTV Record, Jovem Pan), atuando há 15 anos como assessor de comunicação, atendendo mais de 400 contas como Petrobras, Blue Tree Hotels, Grupo Massa, Rede Massa | SBT, grandes shows nacionais e internacionais e eventos. Escreve todas as sextas-feiras coluna no Jornal Bem Paraná, blogger do Portal Bem Paraná, foi colunista do jornal Diário Indústria & Comércio, Revista Molde, Revista Dimensão, Folha do Litoral, diretor de programa de turismo na Record News, correspondente de jornais nacionais, entre outras funções na comunicação.

FOLHA GENTE: Morretes terá Festival de Chorinho em dezembro, com mais de 12 horas de música

Nos dias 8 e 9 de dezembro, a cidade histórica e serrana de Morretes recebe a primeira edição do “Festival de Choro”. Com realização do Morretes Convention e Visitors Bureau, o evento terá ao todo mais de 12 horas de música ao vivo executadas por alguns dos principais intérpretes e compositores de choro da cidade de Curitiba, Antonina, Paranaguá e Morretes.
FOLHA GENTE: Morretes terá Festival de Chorinho em dezembro, com mais de 12 horas de música

A cidade de Morretes tem ganhado destaque pelos eventos musicais e culturais que tem realizado frequentemente, atraindo milhares de pessoas. Por conta disso, nos próximos dias 8 e 9 de dezembro, o município recebe a primeira edição do “Festival de Choro”, com nomes que são destaques do estilo musical no litoral paranaense e na capital.

As apresentações começam no sábado (8) ao meio dia com o duo formado por Guilherme Franco (ao piano) e Clayton Silva (flauta) e seguem até o final da tarde, com o Naldo Duo. Os shows irão ocorrer em palcos localizados na Rua das Flores, logradouro histórico do município.

Um dos músicos que irá se apresentar é Daniel Migliavacca, solista, arranjador, compositor, acompanhador, diretor e produtor musical, passando pela música brasileira, jazz, música erudita e contemporânea. Em 2006 conquistou o primeiro lugar no “Prêmio Nabor Pires Camargo – SP” como melhor instrumentista. Já tocou com Renato Borghetti, Ná Ozzetti, Dominguinhos, Rogério Souza, Ronaldo do Bandolim, Altamiro Carrilho, Hamilton de Holanda, entre outros. Daniel acaba de lançar seu quinto álbum na carreira.

                             


Confira abaixo a agenda de apresentações:

Sábado:

12h00 - Guilherme Franco (piano) e Clayton Silva (flauta)

13h00 - Choro e Seresta Trio: Clayton Silva (flauta), Joãozinho do Pandeiro e Lucas Melo (violão 7 cordas)

14h00 - Guilherme Franco (piano) e Willian (violino)

16h00 - Lucas Melo e Benê

17h00 - Choro Cantado (Naldo Duo)

Domingo:

12h00 - Julião Boêmio (cavaco), Fábio Farina (violão 7 cordas) e Gusta Proença (percussão)

13h00 - Benê Chireia (gaita) e Vinicius Chamorro (violão 7 cordas)

14h00 - Daniel Migliavaca trio*

15h00 - Trio chá com nozes: Fábio Farina (violão 7 cordas), Gustavo Proença (percussão) e Daniel Miranda (sax)

16h00 - Julião Boêmio (cavaco), Vinícius Chamorro (violão 7 cordas) e Daniel Miranda (sax)

17h00 - Daniel Migliavaca trio


O Choro ou Chorinho - O Choro ou, como é mais conhecido, o Chorinho, é um estilo musical próprio da esfera urbana no Brasil. É um ritmo instrumental produzido no âmago das classes populares, que remonta aproximadamente há 130 anos atrás. Os músicos que executam este gênero foram batizados de chorões, enquanto os grupos musicais são intitulados regionais.

Ele é assim chamado por seu jeito lamentoso e choroso, embora seja caracterizado por uma musicalidade inquieta e eufórica, marcada pela habilidade excepcional dos instrumentistas na execução deste ritmo e também por seu poder de improvisação. Para tanto eles demandam muita dedicação, conhecimento e técnica, pois não é nada fácil de ser praticado.

Os grupos eram normalmente constituídos por chorões que gravitavam em volta de um trio composto por flauta, responsável pelos solos; violão, que adotava a performance de um contrabaixo, sendo assim conhecido como ‘baixaria’; e cavaquinho, o qual criava a harmonia musical através do equilíbrio entre os acordes e os ornatos do trecho, que preservavam o tema principal. O pandeiro também era manipulado para marcar os aspectos rítmicos.


Veja uma Roda de Choro apresentada na Virada Cultural de São Paulo no Youtube:

 



Serviço

Festival de Choro de Morretes

8 e 9 de dezembro

Palcos localizados na Rua das Flores, logradouro histórico do município. Atrações gratuitas

Realização: Morretes Convention e Visitors Bureau