Indígenas e comunidades tradicionais receberão auxílio do Governo do Estado

por Redação JB Litoral
03/07/2020 10:23 (Última atualização: 03/07/2020)

As cestas serão distribuídas em 189 municípios, onde há a fixação de povos indígenas e comunidades tradicionais.

A Secretaria da Justiça, Família e Trabalho vai distribuir na próxima segunda-feira (06) 50 mil cestas básicas para prover a segurança alimentar emergencial de famílias que possuem crianças e adolescentes em vulnerabilidade social. Serão entregues 30 mil para famílias de povos indígenas e de comunidades tradicionais e mais 20 mil para as famílias de pessoas com deficiência.

O Governo do Estado, que tem um olhar humano para as pessoas em vulnerabilidade econômica e social, demostra uma atitude solidária em não deixar os povos indígenas e comunidades tradicionais desassistidos, já que a grande maioria fazia suas refeições diárias nas instituições de ensino. Vamos atender também pessoas com deficiência”, destaca o secretário da Justiça, Eder Colaço.

 De acordo com o secretário, a entrega das cestas complementa os kits de merenda escolar que são oferecidos a cada 15 dias pela Secretaria da Educação. Os recursos são do Fundo da Infância e Adolescência (FIA) e o repasse deliberado pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca).  

 As cestas serão distribuídas em 189 municípios, onde há a fixação de povos indígenas e comunidades tradicionais. Todos os estudantes beneficiados já foram cadastrados e serão priorizadas as crianças e adolescentes (até 18 anos) de famílias em alta vulnerabilidade econômica e social.

 Para as famílias dos portadores de deficiência as cestas serão entregues pelas equipes das escolas especializadas, em conjunto com a Defesa Civil e, quando necessário, com acompanhamento de representantes dos escritórios regionais da secretaria e do Departamento de Políticas para Pessoas com Deficiência.

“O encaminhamento das cestas básicas para as instituições especializadas será realizado utilizando como critério o estudo do Departamento de Políticas da Pessoa com Deficiência, que leva em consideração o índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e o índice de propagação do Covid-19 em cada município, capacidade de atendimento das instituições especializadas e equipamentos municipais que disponibilizam os benefícios eventuais”, destacou o chefe do Departamento de Políticas para Pessoas com Deficiência  da Secretaria da Justiça, Felipe Braga Côrtes.

Com informações da AEN