Câmara derruba novo decreto definido por Barroca, Domero e Viação Pilar

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Sem a presença dos vereadores César Luis (PRTB) Cordeiro e Antonio Yukiyoshi Osaki (PSD), que integram a Comissão Especial de Transporte Coletivo, criada para discutir a nova tarifa definida no ano passado, na última sessão do mês de abril, 29, o seu presidente, vereador Ademir Rodrigues, o Barroca do PRB, juntamente com o prefeito João Ubirajara Lopes (PSC), o João Domero e Valdir dos Prazeres, proprietário da Viação Pilar, elaboraram um novo decreto, definindo valores a serem cobrados para todas as linhas do transporte coletivo de Antonina.

No dia seguinte, o relatório final da Comissão foi apresentado no plenário pelo presidente Ademir Rodrigues, para ser discutido e votado pelos vereadores. No documento, o vereador leu a justificativa da criação do novo decreto, estabelecendo os valores das tarifas, entre eles o fato que fazem dois anos que a passagem de ônibus não aumentou na cidade. Com a nova elaboração, os preços foram fixados em R$ 2,60 para o Circular, R$ 3,40 para Faisqueira, Rio Nunes, Mergulhão e Bairro Alto e R$ 7,50 para o Rio Pequeno, Lajeado, Faisqueira Grande e Cedro, valores atuais que foram mantidos. Ao final do relatório a data constava como sendo dia 18 de março, quando na verdade deveria constar 29 de abril, situação que foi observada pelo presidente da Câmara, Marcio Hais de Natal Balera (PSD).

Após a leitura do relatório final, o vereador Cesar Cordeiro levantou uma polêmica, ao afirmar que não havia sido informado desta reunião e questionou o local onde havia sido realizada, o que não foi respondido pelo vereador Barroca. Em sua defesa, o presidente contestou que havia avisado tanto Cesar Cordeiro como Tiba e que ambos estavam cientes da reunião, tanto que o relatório foi assinado por ele e Tiba, faltando apenas a assinatura de Cesar Cordeiro.

A vereadora Marigel Alves Machado (PSC) questionou a falta de um desconto para o vale transporte escolar e, por conta disto, adiantou seu voto contrário ao relatório final. Barroca explicou que a ausência de desconto foi a opinião do empresário Valdir que, segundo Barroca, deve ter melhor conhecimento que ele. O vereador pediu que a prefeitura subsidiasse o vale transporte escolar. “Os números dele me convenceram”, disse Barroca. Outra situação observada pelos vereadores foi a ausência de ata desta reunião entre Barroca, Domero e Valdir e o relatório final da Comissão foi reprovado por seis votos contrários. O presidente Márcio Balera sugeriu que a Comissão prosseguisse seu trabalho e buscasse uma resposta quanto à questão do vale-transporte escolar.

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