OGMO/Paranaguá é modelo de gestão

por Cristian César de Oliveira [email protected]
07/07/2020 14:02 (Última atualização: 07/07/2020)

OGMO/Paranaguá é modelo de gestão 2
Trabalhador após pegar jaqueta no Ogmo

Na contramão da crise que afeta diversos OGMOs (Órgãos Gestores de Mão de Obra) pelo país, o de Paranaguá serve de exemplo pela excelente administração realizada por sua atual diretoria. Desde que foi criado, pela Lei Federal nº 8.630/93, o OGMO foi conduzido por Wilian Falcone, Dautro Nascimento, Manoel Magalhães, Hemerson Costa, Marcelo Motta, e, atualmente, é administrado pela primeira mulher a comandar a entidade, Shana Carolina Colaço Vaz Bertol.

Assim que assumiu, ela iniciou um programa de valorização dos trabalhadores promovendo uma série de melhorias. Com a atual diretoria, implementou a uniformização dos trabalhadores, e agora, cada categoria possui uma cor determinante. São camisas e calças contendo faixas refletivas que garantem mais segurança a eles.

Na última semana, o OGMO iniciou o fornecimento de jaquetas para complementar o uniforme. O recém lançado portal eletrônico, além de possibilitar a habilitação às ofertas de trabalho, traz inúmeros benefícios, podendo o Trabalhador Portuário Avulso (TPA), inclusive, solicitar documentos por intermédio do autoatendimento e obter holerites de pagamento.

A distribuição do trabalho em forma de rodízio, eletronicamente, prima pela impessoalidade e faz com que ela seja mais justa e equilibrada. Outra uma inovação lançada é a fiscalização dos trabalhadores pelo tablet digital, onde o trabalhador digita a senha na tela do aparelho em posse do fiscal.

As mudanças têm agradado os trabalhadores que reconhecem a importância desses investimentos. “Tenho notado que o Ogmo vem investindo mais no trabalhador. Estamos juntos há mais de 20 anos, e somente agora vejo investimentos sólidos visando a proteção e saúde do TPA, e isso é muito bom para nós”, disse Reginaldo Pereira, Vigia Portuário. A convocação dos TPAs para entrega das jaquetas foi realizada por meio de ofício dirigido aos sindicatos, e cada trabalhador, no momento da retirada, deve observar o distanciamento de 4 metros e a utilização de máscara.