Vacinação contra a polio e sarampo continua até 12 de dezembro

por Redação JB Litoral
28/11/2014 17:00 (Última atualização: 28/11/2014)

As doses da vacina contra a pólio são em gotas, sem necessidade de agulha e seringa. (Foto: Sesa)

A Campanha de Vacinação contra a poliomielite e o sarampo foi prorrogada até o dia 12 de dezembro em todas as unidades de saúde do Paraná. Mais de 73% das crianças já foram imunizadas contra a poliomielite e 67% contra o sarampo. A vacinação pode ser feita nas unidades de saúde. O Paraná conta com mais de 2,2 mil unidades.

A cobertura vacinal do Paraná é superior a do Brasil, que é de 71% de vacinação contra a poliomielite. A meta é imunizar 95% do público-alvo da campanha no Paraná, que são crianças menores de cinco anos.

Para receber a vacina contra a poliomielite, a criança deve ter no mínimo seis meses de idade. Já para ter direito à tríplice viral, que protege contra o sarampo, a rubéola e a caxumba, a idade mínima é de um ano.

Segundo o coordenador estadual de Imunização, João Luís Crivellaro, é preciso que os pais não se esqueçam de levar também a carteirinha de vacinação de seus filhos. “É importante manter o esquema vacinal atualizado. Se houver alguma pendência, a criança pode tomar a vacina na hora”, disse.

ESSENCIAL – A imunização é essencial para manter o Paraná livre da poliomielite e do sarampo. “A reintrodução destas doenças é possível porque os vírus ainda circulam em outras regiões do Brasil e do mundo”, afirma o superintendente de Vigilância em Saúde, Sezifredo Paz.

Tanto o sarampo quanto a poliomielite estão erradicados no Paraná. O Estado não registra casos de sarampo desde 2000. No entanto, estados da região nordeste do Brasil tiveram casos confirmados de sarampo em 2014.

Já a poliomielite está erradicada no Brasil. Em 1994 o país recebeu da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) a certificação de área livre de circulação do poliovirus. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), 10 países localizados na Ásia Central, Oriente Médio e África Central ainda registram casos da doença.

 

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